AGRI TRACE RASTREABILIDADE Animal

Objetivo: Agregar valor à produção dos pecuaristas pela certificação e rastreabilidade de seus produtos, promovendo transparência aos elos das cadeias produtivas desde a origem na fazenda até a mesa do consumidor.

Informar, por meio da rastreabilidade, qual a raça utilizada na produção, sistema de produção à pasto ou confinado, bem-estar animal, sustentabilidade, entre outras informações relevantes na escolha dos produtos agropecuários pelos consumidores.

QUEM SOMOS

Sistema CNA/SENAR é responsável por congregar associações e lideranças políticas e rurais em todo o País. Também apoia a geração de novas tecnologias que possam auxiliar o produtor a aumentar a produtividade rural, proporcionando mudança de atitude do produtor e do trabalhador rural para garantir alimento de boa qualidade aos brasileiros e países importadores. 

O sistema de rastreabilidade Agri Trace é fruto desse trabalho e reúne Programas de Certificação com o objetivo de agregar valor às diferentes cadeias produtivas.

Os Programas de Certificação, denominados de Protocolos de Rastreabilidade de Adesão Voluntária (Decreto 7623/2011) proporcionam ao pecuarista participante agregação de valor a sua produção por meio da certificação, gerando valor para toda cadeia produtiva.

Os produtores aumentam sua renda per meio da certificação, os frigoríficos produzem produtos especiais a partir da certificação, o varejo oferece aos consumidores produtos certificados com preços diferenciados e os consumidores tem na mesa um produto de qualidade diferenciada e procedência garantida.

A agregação de valor atrai novos criadores e permite aos produtores maior investimento em material genético para melhoria de sua produção, melhoria na nutrição animal e a realização do manejo sanitário adequado para seus rebanhos.

+ 0 mi
Carcaças certificadas
+ 0 mil
Produtores
0
Frigoríficos credenciados
0
Protocolos ativos

O Sistema CNA é composto por três entidades: a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que representa os produtores rurais brasileiros de pequeno, médio e grande portes, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) que atua como um instrumento para Formação Profissional Rural e Promoção Social e qualidade de vida de homens e mulheres do campo e o Instituto CNA que desenvolve estudos e pesquisas na área social e no agronegócio.
Saiba mais sobre o Sistema CNA/Senar:

Sistema CNA/Senar

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ASSOCIAÇÕES DE CRIADORES EMPRESA DETENTORA

Contatos:

Os protocolos de rastreabilidade de adesão voluntária vêm se mostrando uma ótima alternativa para agregação de valor nas diferentes cadeias produtivas, gerando aumento da demanda por genética por parte de produtores e de produtos certificados por parte das redes de varejo para atendimento de consumidores com as mais diversas exigências.

Associações de criadores e empresas privadas que tenham interesse em propor protocolo de rastreabilidade, poderão submeter suas propostas para análise da CNA por meio do e-mail rastreabilidade@cna.org.br ou tirar suas dúvidas pelo whatsapp de atendimento.

Coordenador dos Protocolos de Rastreabilidade:
Paulo Vicente Costa
Telefone: 061 – 2109-1609

Assessora Técnica dos Protocolos de Rastreabilidade:
Danielle Tamara Schneider
Telefone: 061- 21091437

E-mail: rastreabilidade@cna.org.br

CONSUMIDORES

Atualmente os consumidores estão cada vez mais exigentes e preocupados com a qualidade dos produtos que consomem. Os cortes cárneos certificados atendem essa necessidade, oferecendo um produto de qualidade, transparência e procedência facilmente reconhecida.

Para que os animais sejam certificados, e garantam a qualidade da carne, o pecuarista precisa atender regras e requisitos estabelecidos no protocolo de rastreabilidade, os critérios, normalmente, são avaliados no momento do abate dos animais, por um Técnico Certificador.

Os requisitos estão disponíveis no Memorial Descritivo, para ter acesso clique aqui: https://www.cnabrasil.org.br/f…

Consumidor, sempre que encontrar um corte que possua em sua embalagem o nome de uma raça, procure o selo de certificação. Veja: 

BOUTIQUES DE CARNES / VAREJO

Para venda de peças de carne com nomes de raças no rótulo, é fundamental que seja verificada a presença do selo de certificação da Associação de Raça.

Alguns exemplos:

Caso a carne embalada não tenha o selo da Associação trata-se de fraude devendo ser denunciada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento pelo e-mail ouvidoria@agricultura.gov.br.

PROTOCOLO CARNE ANGUS CERTIFICADA

Animais Aceitos:

  • Padrão Racial: Mínimo 50% de sangue Angus. Não são aceitos animais com presença de chifre ou cruzado com raças leiteiras.
  • Acabamento de Gordura: Mínimo aceitável gordura MEDIANA
  • Idade: Fêmeas até 4 dentes; Machos Inteiros apenas Dente de Leite (Exceto estado do Rio Grande do Sul); Machos Castrados até 4 dentes se cruzado com raças Européias e até 2 dentes se cruzado com raças Zebuínas.

Selo ANGUS GOLD:

  • Apenas animais que foram aprovados dentro do Programa Carne Angus.
  • Idade: – Rio Grande do Sul: Até 4 dentes; 

 Demais Estados:

  • Cruzamento com raças Zebuínas: mínimo 62% de Sangue Angus: Machos e Fêmeas 2 Dentes;
  •  1/2 sangue Angus x Zebuíno: Macho Dente de leite e Fêmea 2 Dentes  

Sexo: Machos Castrados e Fêmeas;

Acabamento de Gordura: Gordura UNIFORME e EXCESSIVA.

pH: Máximo Aceitável 5,79

 Avaliação de grau de marmorização segundo a escala USDA com grau mínimo de MODEST MARBLING;

Coloração: Vermelho Rubi ou Brilhante.

Apresentação Visual: Excelente apresentação Visual sem a presença de lesões ou falhas operacionais nas peças.

Selo ANGUS SUSTENTABILIDADE:

Receberão o Selo Angus Sustentabilidade produtos oriundos de animais Certificados dentro do Programa Carne Angus e oriundos de propriedades Certificadas que seguirem os 6 pilares básicos abaixo:

  • Rastreabilidade de Origem;
  • Bem-Estar Animal;
  • Sustentabilidade; 
  • Responsabilidade Social;
  • Biosegurança;
  • Sanidade Animal.

Responsável Técnico:

Ana Doralina Alves Menezes

Médico Veterinário – CRMV 7720/RS
Gerente Nacional – Programa Carne Angus Certificada
Associação Brasileira de Angus
Fones:  (++55) 51 3328.9122
Largo Visconde do Cairu, 12 cj 901
Porto Alegre, RS – CEP: 90.030-110
Email:  carne@angus.org.br

Dados atualizados em: 18/06/2020

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

Protocolo Charolês

EXIGÊNCIAS DO PROGRAMA:

  • Mínimo 50 % de sangue Charolês (pelo menos um dos pais deve ser puro);
  • Cruzamentos com raças Zebuínas, Britânicas e Europeias. Exceto cruzamentos com raças leiteiras;
  • Animais de pelagem branca, baia, creme, fumaça (cinza), fumaça cabeça branca, baios cabeça branca;
  • Idades DL (Dente de leite) a 2D (dois Dentes);
  • Acabamento de carcaça de 03 mm a 10 mm de cobertura de gordura na carcaça;
  • O Produtor realizar, ou autorizar o seu cadastro junto ao Sistema de protocolos de rastreabilidade da CNA (www.cnabrasil.org.br/rastreabilidade);
  • Abates em plantas frigoríficas credenciadas pelo Programa Carne Charolês Certificada;

Responsável Técnico:

Eldomar Renato Kommers
Engenheiro Agrônomo – CREA/RS – 44.079-D
Associação Brasileira de Criadores de Charolês
Parque de Exposições Assis Brasil, Pavilhão do Gado de Corte, BR-116, Km 13
CEP: 93.270-710 – Esteio-RS
E-mail:  charolês@charoles.org.br

Dados atualizados em:  outubro 2017 e setembro 2018 respectivamente.

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

PROTOCOLO CARNE DEVON CERTIFICADA

EXIGÊNCIAS DO PROGRAMA

Padrão racial

  • No mínimo 50% de sangue DEVON, provenientes de cruzas com raças Europeias, Britânicas ou Zebuínas.

Idade

  • Dentes incisivos permanentes (até 18 meses aprox.);
  • 2 dentes incisivos permanentes (de 18 a 24 meses aprox.); e 4 dentes incisivos permanentes (de 24 a 31 meses aprox.).

Sexo

  • Machos castrados, inteiros e fêmeas

Acabamento de gordura

  • Padrão 1: gordura subcutânea mediana (2 a 6mm);
  • Padrão 2: gordura subcutânea uniforme (6 a 10mm);

Adesão ao Programa

Responsável Técnico:

Lucas Teixeira Hax
Médico Veterinário – CRMV/RS 11426
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA RAÇA DEVON
Av. Fernando Osório, 1754 conj. 24, CEP 96.055-000, Pelotas/RS
CEP: 96.055-000

E-mail:  devon@terra.com.br
Telefone: (053)32278556 / (053)91642425

Dados atualizados em: Atualizada em 17/03/2020

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

PROTOCOLO CARNE CERTIFICADA HEREFORD

Top 5 critérios de qualidade:

Padrão racial:

  • Que apresentem o mínimo de 50% de sangue HEREFORD
  • Animais JOVENS (zero, dois e quatro dentes)
  • Acabamento de gordura igual ou superior a 3mm
  • Ausência excessiva de genética zebuína
  • Ausência de genética de raças leiteiras

Responsável Técnico:

Fabiana Rosa de Freitas
Médica Veterinária – CRMV – RS 7588
Associação Brasileira de Hereford e Braford  
Avenida General Osório, 1094
CEP 96400-100 – Bagé/RS
E-Mail:  secretaria.hereford@braford.com.br

Atualizada em 17/03/2020

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

PROTOCOLO GARANTIA DE ORIGEM NELORE

Padrão animal exigido:

1. Os animais devem ser Nelore, com até 25% de sangue de outra raça zebuína, enquadrando-se nos padrões característicos da raça: pelagem de cor branca, cinza ou manchada de cinza, e presença de cupim (outras variações de pelagem são julgadas e eventualmente aceitas pela ACNB);

2. O grau de acabamento mínimo nas carcaças é gordura mediana, conforme o sistema brasileiro de tipificação de carcaças;

III. em relação ao sexo e peso mínimo, as carcaças quentes dos animais destinados à produção da carne Nelore têm peso mínimo de 225kg (15@) para os machos e 195kg (13@) para as fêmeas;

IV.. a idade dos animais destinados à produção da carne Nelore segue o padrão de acordo com o mercado a que se destina, de acordo com o sexo do animal (macho castrado, macho não castrado ou fêmea).

Como participar:

Para participar, o produtor deve ser associado à ACNB – Associação dos Criadores de Nelore do Brasil. O abate de animais no Protocolo Garantia de Origem Nelore é realizado somente em unidades frigoríficas habilitadas, sob demanda do frigorífico produtor da carne com o Selo Garantia de Origem Nelore, e com o acompanhamento de um inspetor credenciado pela ACNB.

Responsável Técnico:  André Locateli

Endereço: R. Riachuelo, 231 – Centro Histórico de São Paulo, São Paulo – SP, 01007-906

Caixa Postal: CEP: 18.290-000 – Buri – São Paulo
 Telefone: (11) 3293-8900
E-mail: andre.locateli@nelore.org.br

Dados atualizados em: atualizado em 16/09/2020

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

PROTOCOLO CARNE WAGYU CERTIFICADA

  • Animais 100% vistoriados através de inspeção zootécnica, conforme regulamento vigente.
  • Composição racial mínima é de 50% de sangue da raça Wagyu Kuroge ou Wagyu Akaushi.
  • Animais cuja avaliação da cronologia dentária seja até o 7 ( não aceitando a erupção do 8 dente).
  • Machos castrados ou fêmeas.
  • Cobertura mínima de gordura seja mediana e uniforme (mínimo de 4 mm)
  • Abates, desossas e porcionamento em plantas credenciadas pelo Programa Carne Wagyu Certificada.

Responsável Técnico

Eliel Marcos Palamim

Médico Veterinário: CRMV-SP: 18.515

Endereço:

 Estrada Bragança/Amparo – Km 07 – Bairro Mãe dos Homens – CP 1002 – CEP 12.900-970 – Bragança Paulista/SP

Dados atualizados em: 21/09/2020.

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

PROTOCOLO CARNE CERTIFICADA RUBIA GALLEGA

Exigências do programa:

  • Animais oriundos do cruzamento industrial entre a raça maternal
    nelore (50%) e raça paternal Rubia Gallega (50%);
  • Padrão fenotípico racial: apenas animais que se apresentem
    compatíveis com o fenótipo característico da raça Rubia Gallega;
    ausência de características zebuínas;
  • Sexo: machos inteiros e fêmeas;
  • Animais obrigatoriamente jovens com idade na análise de cronologia
    dentária entre dente de leite (JD) para terneiros em torno de 10 a 12
    meses de idade; até dois dentes (J2) para novilhos em torno de 18 a 20
    meses de idade;
  • Acabamento de gordura classificada entre ausente (1) e escassa mais(2+), com gordura até o máximo 3mm.

O abate de animais pertencentes ao programa é somente realizado em
unidades frigoríficas credenciadas pelo programa Carne Certificada Rubia
Gallega e acompanhados por um Inspetor Rubia Gallega oficialmente treinado.

A CARNE RUBIA GALLEGA

É um alimento comprovadamente saudável.
O produto final derivado deste cruzamento, apresenta índices favoráveis
quando comparada a outras carnes, pelo fato de possuir cerca de 20% mais
proteínas, 46% menos sódio, 58% menos gorduras saturadas, 36% menos
gorduras totais e 30% menos calorias, o que reforçam seus inúmeros benefícios
a saúde.

Responsável Técnico:

Eduardo Gomez Grandal

Responsável Técnico do Programa Carne Rubia Gallega Certificada, GMG Importação e Exportação Ltda.

Caixa Postal 76 CEP: 18.290-000 – Buri – São Paulo
 Telefone: (11) 99976.0895
E-mail: gmg@geneticaparatodos.com

Dados atualizados em: atualizado em 02/03/2020

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

PROTOCOLO PECBR - CARNE CERTIFICADA

O consumidor de carne bovina no Brasil tem se tornado exigente e apreciador de produtos com atributos mais específicos, o que resulta de maneira cada vez maior na abertura de novos nichos de mercado. Diante disso, a PECBR Consultoria decidiu buscar alternativas para maiores resultados a seus clientes. A novidade é que a empresa se torna a primeira classificadora e certificadora de carcaças do Brasil habilitada a inserir derivações de carne a pasto ou confinamento (Feedlot).

Assim como os consumidores mudam o perfil, a cadeia produtiva de pecuária de corte também passa por modificações, apresentando uma produção em larga escala nos diferentes tipos de sistema de produção. Neste sentido, o produto final ganha novas formas de apresentação no mercado, satisfazendo assim, aos mais variados nichos de carnes.

O intuito da certificação é credenciar produtores e destinar as carcaças aos consumidores, tanto no mercado interno quanto externo, e para garantir a credibilidade da certificação, a empresa buscou o credenciamento junto à CNA, cumprindo todo regulamento de rastreabilidade necessário para ter respaldo internacional, estabelecido pelo Governo Federal, que possibilita a habilitação da certificação juntamente ao MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

O primeiro frigorífico a ser habilitado será o BOIBRAS Alimentos em São Gabriel do Oeste, onde já foram tomadas medidas estratégicas para posicionamento da sua marca perante o mercado interno e externo, e que agora estuda a viabilidade de um programa de bonificação junto aos pecuaristas credenciados.

A PECBR é uma empresa que iniciou suas atividades em 2015 através do acompanhamento técnico de abates e que se diferenciou no mercado por trazer aperfeiçoamento de todas as pontas da cadeia produtiva da pecuária de corte. Caminhando a passos largos para trazer maiores oportunidades de valorizar a carne brasileira se tornou uma certificadora conectando o mercado interno e externo com os pecuaristas.

Realize sua adesão ao Protocolo Carne PECBR Certificada no botão abaixo:

Responsável Técnico
  
Caio de Assis Rossato

 CRMV/Z MS 00856
PECBR CONSULTORIA E SOLUÇÕES EM AGROPECUÁRIA
Rua   Lopes Trovão. 250 – Bairro Cabreúva 
CEP: 79009-440
Campo Grande-MS

E-mail:
contato@pecbr.com

Dados atualizados em:  22/06/2020

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

PROTOCOLO Carne Sustentável da ABPO

O presente Protocolo veicula as regras e procedimentos operacionais que deverão ser observados pelos participantes do Programa de Certificação da Linha Carne Sustentável da Associação Brasileira de Produtores Orgânicos, que dar-se-á através da adesão voluntária dos seus integrantes.

É detentora do presente protocolo a Associação Brasileira de Produtores Orgânicos (ABPO), criada em 2001 por pecuaristas brasileiros da região do Pantanal, com o objetivo de sistematizar sua produção para atender aos requisitos da Pecuária Orgânica Certificada, agregando à sua atividade os modernos conceitos de qualidade, responsabilidade social, ecológica e desenvolvimento sustentável.

O Memorial Descritivo (Abpo Mem Descritivo) descreve todos os requisitos específicos e a estrutura de certificação da “Carne Sustentável ABPO” para unidades de produção e/ou processamento, bem como procedimentos necessários para a consecução e mantença da certificação, consignando todos os deveres dos participantes, das certificadoras e dos produtores que aderirem ao protocolo, abrangendo na integralidade o processo produtivo.

Responsável Técnico:

Silvio Henrique Ribeiro Balduino
Médico Veterinário – CRMV – MS 2057
Associação Brasileira de Produtores de Orgânicos
Rua Lucélia, n° 187, Jardim Monte Líbano. CEP: 79.004-550 – Campo Grande/MS.

Telefone: (67) 3042-8464
E-mail: abpo_ms@terra.com.br
Site: http://www.abpopantanalorganico.com.br/

Dados atualizados em: 27/06/2019

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

Protocolo garantia de Identificação - IdBov

O Protocolo de Garantia de Identificação de Bovinos tem o objetivo de estabelecer regras e procedimentos que serão observados para embasar a emissão da certificação oficial brasileira quando exigidas características individualizadas dos animais, independente do mercado importador.

Com a publicação da Instrução Normativa nº 51, em 08 de outubro de 2018, que atualizou os procedimentos do SISBOV e substitui a IN 17 de 2006, a entrada de animais identificados em Estabelecimento Rural Aprovado no SISBOV (ERAS) somente poderia acontecer a partir de outra propriedade ERAS, caso contrário os animais deveriam ser reidentificados e reiniciar a contagem de todos os prazos, impedindo o atendimento da Cota Hilton por esses animais.

O Protocolo de Garantia de Identificação de Bovinos é uma alternativa aos pecuaristas e tem como objetivo oferecer ao MAPA, de forma simplificada e com menor custo,  garantias de que as propriedades participantes efetivamente identificaram os animais e estão cumprindo as regras estabelecidas. Com isso, animais oriundos de propriedades participantes deste protocolo poderão manter sua rastreabilidade ao entrar em propriedades ERAS, garantindo a idade de identificação dos animais.

Para fornecer animais para propriedades ERAS, certificadas pelas regras da IN 51, o pecuarista deverá realizar a adesão ao Protocolo de Garantia de Identificação de Bovinos e informar qual certificadora será responsável por inserir suas informações na Base Nacional de Dados (BND).

Informações Úteis:

Acesse aqui a relação de certificadoras credenciadas pelo MAPA:
http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sanidade-animal-e-vegetal/saude-animal/rastreabilidade-animal/rastreabilidade-animal

Consulte aqui a situação das propriedades, dos animais e os certificados emitidos no Protocolo IdBov:
http://app2.cna.org.br/sgpr/public/rastreabilidade/consulta-publica-certificado

Responsável Técnico:

Diego Luiz Gomide Costa
Médico Veterinário – CRMV-DF 03054 – VP
Instituto CNA
SGAN, Quadra 601, Módulo K, Ed. Antônio Ernesto de Salvo
CEP: 70.830-02 – Brasília / DF
E-Mail: rastreabilidade@cna.org.br

Dados atualizados em: Fevereiro de 2020

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

PROTOCOLO VACAS A2A2

O leite A2 é uma realidade no mercado brasileiro, sendo possível encontrá-lo em diversos pontos de venda. Para o consumidor, o produto é uma opção de mais fácil digestão. Para produtores e indústrias, representa a possibilidade de agregar valor à matéria-prima e se diferenciarem no mercado. Em 2019, o movimento #bebamaisleite lançou o Selo VACAS A2A2 que garante a origem do leite a2 através de certificação de terceira parte. Nesse contexto, e com objetivo de dar mais transparência e robustez ao processo de certificação foi assinado um acordo de cooperação entre o #bebamaisleite e a Confederação Nacional da Agricultura (CNA). A certificação pode ser solicitada por produtores rurais e indústrias e envolve o cumprimento das regras estabelecidas no protocolo #bebamaisleite VACAS A2A2. O programa de certificação é um processo de adesão voluntário em que o selo é concedido ao produtores e a indústria pelo #bebamaisleite após as auditorias de terceira parte conduzidas pela Certificadora credenciada ao programa. Os processos de genotipagem dos animais, identificação, obtenção, armazenamento, logística e processamento do leite são auditados e procedimentos são implementados para garantir a rastreabilidade, impedindo que haja mistura de leite contendo a beta-caseína a1.

O leite proveniente de vacas A2A2 é obtido a partir de animais selecionados e capazes de produzir apenas a beta-caseína A2, uma das proteínas do leite. Esse leite não desencadeia reações inflamatórias no organismo que provocam a má digestão ou fermentação. No entanto, ele é apenas indicado a quem tem dificuldade de digerir a beta-caseína A1. Diante deste contexto, o leite contendo somente beta-caseína a2 passa a ser uma alternativa de melhor digestão para aqueles indivíduos que não são alérgicos e que sentem algum grau de desconforto abdominal ao ingerir leite.

Este protocolo tem aplicação em todo o território nacional e visa atender aos requisitos necessários para a rotulagem, identificação e utilização do Selo VACAS A2A2 para animais e para produtos no mercado interno respaldando processos e garantindo que os produtos resultantes serão oriundos exclusivamente provenientes de animais identificados e acompanhados pelo programa.

Responsável Técnico:
Helena Fagundes Karsburg
CRMV-SP 13.729

Empresa: Integral Comunicação.
Endereco: Av. Professor Mario Werneck, nº 26, sala 1102,
   CEP 30.455-610, Belo Horizonte/MG. 

E-mail:

helena@integralcomunicacao.com

Dados atualizados em:  outubro 2017 e setembro 2018 respectivamente.

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

PROTOCOLO CARNE CARBONO NEUTRO (CCN)

Carne Carbono Neutro (CCN) é uma marca-conceito desenvolvida pela Embrapa, que visa atestar, por meio de um protocolo parametrizável e auditável, que a carne bovina proveniente de sistemas de integração do tipo silvipastoril (pecuária-floresta, IPF) ou agrossilvipastoril (lavoura-pecuária-floresta, ILPF) foi produzida em condições de manejo que asseguram a neutralização dos gases de efeito estufa emitidos pelos animais durante o processo produtivo, o bem estar animal e a qualidade da carne.

Esta marca tem um grande potencial de valorização da carne, tanto para o produtor como para o País, com forte apelo para a sustentabilidade e menor impacto ambiental e, com isso, uma perspectiva de maior visibilidade e competitividade nos mercados interno e externo.

A logomarca foi depositada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2013, com versões em inglês e português, tendo o registro definitivo sido concedido em 2016 (nº de registro: 907078982, 907079156 e 907079270).

O direito de uso da marca comercial, na carne, é de exclusividade do MARFRIG GLOBAL FOODS até 2030, conforme Acordo de Cooperação Técnica e Financeira (SAIC nº. 13000.20/0150-2) firmado com a Embrapa.

O Programa de certificação CCN é regido por uma cadeia de valor que envolve produtor, certificadora independente e frigorífico, e sua gestão é realizada por meio da Plataforma de Certificações da CNA (Agri Trace Animal), sendo a Embrapa a detentora do protocolo de certificação e a responsável técnica do Programa.

O produtor interessado deve fazer a sua adesão na Plataforma Agri Trace Animal, onde terá as opções de certificadoras credenciadas pela Embrapa e de frigoríficos parceiros disponíveis.

Responsável Técnico
Dayanna Schiavi do Nascimento Batista
Zootecnista: CRMV-MS: 0611/Z


Endereço:
Avenida Rádio Maia – n°830 – Bairro Vila Popular – CEP 79106-550 – Campo
Grande/MS

Dados atualizados em:  Agosto de 2020.

Como o produtor pode participar:

– Cadastre seu e-mail junto a unidade estadual de atenção zootécnica/Inspetoria Veterinária/unidade estadual de atenção a sanidade agropecuária/unidade veterinária local (UVL) ou escritório de atendimento a comunidade (EAC);
– Realize sua adesão à este Programa  através do site da CNA ou no botão abaixo:

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